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quinta-feira, 22 de abril de 2010

A DEFORMA Protestante: PASTORA - Alguém pensa algo sobre isso?

Eu AMO ser Mulher e, de verdade, quero muito saber o que Deus intenciona que eu seja e faça através dEle e por Ele aqui na Terra. Quero saber porque estou aqui e qual a minha missão, e até que ponto minha missão, enquanto Mulher, é diferente da missão dos Homens. Tenho entendido de forma muito clara, em todos os estudos que tenho feito sobre os papéis dos Homens e das Mulheres em todos os aspectos da vida que, quando um começa a querer "meter o dedo" no que é do outro, quando um começa a usurpar o papel do outro, as coisas começam a desandar. É o que temos visto tão claramente na nossa sociedade feminista.

É por esse motivo que continuo insistindo neste assunto de "Pastoras". Meu desejo é que possamos refletir sobre qual a função MINISTERIAL, dentro do CORPO DE CRISTO, que Deus intencionou para nós, Mulheres. Confesso que não tem sido fácil pra mim compreender isso, ou a totalidade disso, principalmente porque NINGUÉM trata desse assunto hoje em dia! Confesso que, ao postar sobre esse tema*, eu tinha (ainda tenho) esperanças de que algumas pessoas pudessem se posicionar e pudéssemos, todos juntos, tentar chegar a algum entendimento Bíblico e direcionado pelo Espírito Santo. É o motivo é que eu também tenho muitas dúvidas. Mas quero muito poder esclarecê-las, porque não quero viver aquilo que Deus não criou para que EU vivesse. Não quero usurpar o espaço de ninguém, muito menos viver práticas anti-bíblicas.

Então, mais uma vez, gostaria de convidar a todos, especialmente as Mulheres (mas os Homens também) a refletirmos sobre esse assunto. Peço a Deus que o Espírito Santo dEle que habita em cada um (e uma) de nós possa nos guiar às respostas corretas, abrir nossos olhos e nos dar discernimento e sabedoria pra assumir onde temos errado e onde temos acertado. Espero poder conhecer suas opiniões a esse respeito, de todo o coração. Que possamos juntos encontrar o caminho que Deus criou para que nós trilhássemos e, em tudo, obedecer unicamente a Ele, e glorificá-Lo com toda nossas vidas!

Sei que essa é uma briga que estou comprando e que, talvez, algumas das leitoras do blog (talvez até mesmo homens) possam ficar contrariados ao ler os posicionamentos a esse respeito. Mas, acho que isso é mais do que importante - é necessário! Então, escolho colocar minha mão no fogo a fim de pôr mais lenha nessa fogueira!

Hoje vou postar o texto de um dos pastores que é referência pra mim, um dos únicos no Brasil, o mesmo da mensagem em áudio que deixei no post anterior sobre esse tema - Pr. Jeff Fromholz, líder do Ministério Geração Benjamim, e pastor da Igreja 180°, em Volta Redonda/RJ. Desde já, gostaria de ressaltar que o Pr. Jeff é HOMEM, e que sua abordagem é bem diferente da minha, em meu post "Mulheres no Púlpito". No entanto, ele é o ÚNICO líder que vi, até hoje, abordar esse tema, e agradeço muito a Deus por sua vida, e mais ainda por sua coragem em falar sobre isso. Assim, deixo o texto dele com vocês. Que a Graça de Deus esteja conosco.

*Outra postagem sobre o assunto no meu outro blog: A mulher deve permanecer calada na igreja?

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*Imagem original do site Geração Benjamim relacionada ao texto

"A DEFORMA Protestante

Bom, muitas coisas na igreja moderna não estão certas e nós não temos nenhuma obrigação de fingir que estão. O que a igreja é hoje, não é o que deve ser. Não era pra ela ser um clube social, mas sim uma comunidade. Ela deve ser um lugar onde as pessoas podem achar aceitação no meio de uma vida difícil. É onde elas são desafiadas de ser mais do que são e no mesmo tempo quem eles são. É um lugar onde eles podem olhar para a pessoa ao seu lado e falar, “Vamos conseguir”. Isto é uma igreja. Não esse monstro, essa empresa eclesial que tem roubado a identidade do nosso Senhor.

Mas como chegamos aqui? Como nós chegamos ao esse ponto de ver a igreja do Senhor tão desviada dos princípios fundamentais que ela nem parece com igreja mais.

Líderes.

A maioria dos problemas volta para os líderes. E sim, eu culpo os líderes. Deus culpou líderes. Jesus culpou líderes. Então, sim, eu culpo líderes. Eu me culpo.

Se a minha família se perde na estrada é a minha culpa, pois eu estou dirigindo o carro. E se a igreja se perde, o culpado é o cara no volante, o líder. Isso é o óbvio não falado, o elefante branco no meio da sala. Os líderes criando falsas doutrinas não é o único problema. Temos também o povo que segue eles. Um povo que não conhece as Escrituras e engole tudo que saí do púlpito.

A verdade é que o povo parou de pensar. Nós paramos de questionar. Nós começamos aceitar tudo que é falado como se fosse à verdade. Se saí do púlpito, então deve ser a verdade.

• “Se eu coloco meu pedido numa jarra de óleo, vou receber o que eu peço?”
• “Se eu falo com fé, vai acontecer?”
• “Deus vai me dar um dente de ouro?”
• “O Espírito Santo vai me fazer rir enquanto eu vivo pecando?”
• “Se eu dou R$10, Deus vai me dar $1.000?”
• “Se eu não dou 10%, Deus vai me amaldiçoar?”

Podemos gastar o dia inteiro aqui citando invenções de homens, mentiras, que saem dos púlpitos. O triste é que o povo paga para ouvir essas invenções sem bases bíblicas e assim a igreja se encontra num buraco bem fundo. Mas, se o povo conhece a verdade e resiste em não seguir uma mentira, a igreja não caí, pois não há perigo num falso mestre que não é seguido por ninguém. Se ninguém der ouvido a eles, nós evitamos o problema. Por isso nós temos que voltar a Palavra. Sola Escriptura.

Nossa verdade tem que ter a sua fonte na Bíblia e não nos púlpitos. Os púlpitos devem refletir o que lemos e vemos na Palavra de Deus. O problema é que nós temos sido negligentes em estudar a Palavra. Nós temos sido negligentes em cultivar um relacionamento verdadeiro com Deus. E hoje nós nos achamos aqui desesperadamente clamando por mudança, precisando mais do que nunca de uma reforma. Mas, o que faremos? Onde começamos?

Reforma começa conosco. Quer mudar a igreja? Mude você. E depois clame por sua liderança, se você não é o líder, pois as reformas sempre vieram por meio de líderes, pastores, professores, pessoas com uma voz e com certa influência. É muito difícil um leigo mudar uma igreja, ou um sistema religioso, especialmente se os líderes não acham nada de errado.

E hoje nós temos uma geração de Saul’s nos liderando; homens fazendo o que o povo quer, vivendo em prol de agradar o povo em vez de agradar a Deus.

1 Samuel 115.24; Eu pequei! - respondeu Saul. - Desobedeci às ordens de Deus, o SENHOR, e às instruções que você deu. Fiquei com medo do povo e fiz o que eles queriam.

• “Vocês querem entretenimento? Bom então. Vamos comprar o melhor equipamento que podemos: som, luzes, multimídia e pagar os músicos”.

• “Querem ser ricos? Bom então. Vamos criar doutrinas que te convença que Deus quer que você seja rico e te ensinar o que fazer para ser rico”.

• “Mulheres, não querem se submeter aos seus maridos ou a liderança masculina da igreja? Bom então. Vamos inventar cargos para vocês, pastoras, bispas, apóstolas”.

Se quisermos uma reforma, nós temos que orar. E talvez a oração hoje deva ser, “muda ou mata” . “Deus mude os líderes de hoje ou mata eles para que Davi, um homem segundo seu coração possa subir”.

Se o problema começou por meio de homens, também creio que Deus possa trazer a solução por meio de homens. Homens cheios do Espírito Santo e sabedoria. Homens que valorizam a Palavra de Deus e usa ela como a única fonte de verdade e autoridade na vida. Temos que orar por aqueles que ocupam os púlpitos, para que Deus aja no meio deles. Se não acontecer nenhuma reforma no púlpito, não terá nenhuma reforma nos bancos. Se não tem vida no púlpito, não terá vida nos bancos.

Queremos Reforma, mas como isso vai acontecer? Por meio de homens. E aqui nós vamos começar. A igreja brasileira é o que é por causa de quem está ocupando os lugares de líder. Tudo começa ali. As mentiras, as fraudes, as doutrinas e ensinos falsos, todos tem a sua fonte num líder. Então vamos analisar primeiro, o que está errado nos púlpitos hoje??? Por que estamos vivendo uma Deforma Protestante em vez de um Reforma?

Eu sei muito bem da briga que eu vou comprar hoje. Tenho pensado e segurado essa onda por um tempo já. Mas, chegou a hora da gente abordar a verdade e seja que for, vamos seguir ela.

A Reforma vem por meio de homens, não de mulheres. E aqui eu vejo um dos maiores erros na igreja moderna. Nós temos jogado a palavra de Deus fora para poder agradar mulheres que querem algo que não pertence a elas. Poder e autoridade. Me perdoe, mas esse mover de pastoras, bispas, apóstolas ou qualquer outro titulo dado a um homem que a mulher usurpou não é Bíblico! É anti-Bíblico. É um erro, uma heresia. E por favor, antes de me mandar os seus e-mails ou comentários sobre tal pastora sua que é uma benção, escute e pense bem, pois é uma heresia que está defendendo. Eu não estou falando que as mulheres não têm a capacidade de ensinar ou não tem idéias boas. Eu estou simplesmente argumentando o lado Bíblico, o lado estabelecido por Deus em relação de quem Deus ordenou para liderar a sua igreja. Então, por favor, seja paciente comigo enquanto eu tento apresentar o meu argumento em favor de uma reforma verdadeira na igreja brasileira.

Vamos primeiro considerar a Bíblia. Em dois lugares achamos uma lista de quem pode ser um pastor/ bispo/ líder na igreja:

1 Timóteo 3.12; Porém o líder deve ser um homem que ninguém possa culpar de nada, ter somente uma esposa.

Tito 1.6; Um líder deve viver uma vida da qual ninguém possa o acusar de nada. Deve ser fiel a sua esposa

Bom, eu sou gringo e português não é a minha língua natural, mas até eu consigo entender isso. “O líder deve ser um homem” e ele tem que ser ESPOSO, tendo somente uma esposa ou sendo fiel a sua esposa. Meus amigos, é incrível como nós conseguimos pegar algo tão nítido, tão simples e fazer uma ginástica teológica com ele para fazer o que queremos. As próprias qualificações dadas por Paulo a Timóteo e Tito já acabam com qualquer argumento para mulheres no papel de pastor. Ele tem que ser um homem e fiel a sua esposa. Uma mulher não pode ser um homem, nem um marido. Não é tão difícil entender isso. Mas, o que vemos hoje são mais e mais mulheres tomando algo que não pertence a elas. Nisso podemos agradecer o feminismo ou o próprio pecado que faz a mulher não querer se submeter. Mas, de qualquer jeito, é errado.

Se nós começamos na igreja já quebrando os princípios de quem pode liderar, o que esperamos? Se Deus fala para não colocar uma mulher na posição de líder e nós decidimos que sabemos mais do que Ele e quebramos uma ordem direta Dele, o que esperamos? O milagre é que Deus ainda não fulminou todos nós.

E para ser sincero, até hoje eu não conheci nenhuma pastora em todos os lugares que fui que não me deu desculpas por estar ocupando a posição de pastora. Desculpas que eu não pedi, pois não falei nada. A verdade é que cada uma delas sabem que estão erradas; algo acusa dentro delas e por isso eu sempre ouço, “Estou orando para Deus levantar um homem para liderar”. Como se isso fosse uma desculpa para continuar no erro. “Estou orando para Deus me dar um marido para que eu possa parar de transar com meu namorado”. Não faz muito sentido. E ainda que não me dessem desculpas, se ela tem uma Bíblia e o Espírito Santo na vida dela, ela sabe. Deus não está confuso e a sua Palavra não contraria a Ele mesmo.

O líder deve ser um homem e fiel a sua esposa.

Outra coisa: a palavra “pastor” é masculina. “Pastora” é uma invenção moderna que não existe na bíblia. Pode procurar o tanto que quiser, mas não vai achar a palavra “pastora” em nenhum lugar na Bíblia ou uma mulher exercendo a autoridade de pastor, nem bispo, nem apóstolo. E você não vai achar na Bíblia nenhuma esposa de pastor ganhando um titulo por estar casado com ele. Não existe o titulo de pastora. É ridículo como todo mundo procura títulos hoje. Mas sendo casada com um pastor não faz a mulher pastora assim como uma mulher casada com um professor não recebe o título de professora. Mas no meio de toda essa bagunça, deixe me enfatizar algo, a pergunta não é se uma mulher tem o valor igual ao do homem ou se pode ministrar efetivamente. A pergunta continua sendo, “Para a mulher é permitida exercer a função de pastor?” É bíblico?

Nisso temos três coisas para observar:

 
• Não sabemos de nenhuma pastora na época do Novo Testamento.
• Nenhuma das instruções em relação da ordem na igreja inclui instruções para pastoras.
• Uns dos textos falando de ordem na igreja proíbem mulheres de ocupar aquele lugar.

“Eu não permito que as mulheres ensinem aos homens ou tenham autoridade sobre eles.” (1 Timóteo 2.12).

Paulo não tem uma expectativa que uma mulher não pode ou nem vai ensinar.

Tito 2.3-5; Igualmente, ensine as mulheres mais velhas, a viverem de maneira que honre a Deus. Elas não devem ficar falando mal dos outros, nem serem escravas da bebida, mas ensinem o que é bom, para que as mulheres mais jovens amem seus maridos e seus filhos, e sejam equilibradas, puras, boas donas de casa, fazendo o bem, e sendo submissas aos seus maridos

2 Timóteo 1.5, 3.14-15; Me lembro da sua fé sincera, a mesma fé que esteve primeiramente em sua avó Lóide e em sua mãe Eunice e tenho certeza que a mesma fé também continua em você.... Mas continue firme no que aprendeu e foi convencido que é verdade, conhecendo quem o ensinou. Você tem sido ensinado nas santas Escrituras desde que era uma criança, e elas podem fazer você sábio para receber a salvação por meio da fé em Cristo Jesus.

O que ele fala de de maneira bem clara e fácil de entender é que a mulher não pode ensinar ou ter autoridade sobre homens. Assim, não pode ter ou trabalhar na posição de pastor, pois isso as colocaria em autoridade sobre homens. De novo, é muito difícil confundir essas palavras. Sim, eu sei, já ouvi, era cultural. Ou assim as pessoas tentam me convencer de por que podemos quebrar uma ordem tão claramente escrita na palavra de Deus. Mas, vamos nessa, vamos matar o gigante de meio metro, jogando uma pedrinha dizendo, “Não é ou era cultural”.

Paulo fala em 1 Timóteo 2.12, “Eu não permito que as mulheres ensinem aos homens ou tenham autoridade sobre eles.” Mas, por quê? Por que era da cultura deles, por que as mulheres gritavam durante os cultos interrompendo, ou talvez por que as mulheres não tinham ido para o seminário? Nenhuma dessas razões tem base na Bíblia. São invenções de homens e mulheres querendo abrir uma porta que Deus mesmo fechou. Onde que a Bíblia fala de cultura em relação de uma mulher liderando na igreja? Onde fala dessa história delas interrompendo as reuniões? Onde fala que era porque elas não eram educadas, pois Paulo não fala nada de estudos e isso teria desqualificado a maioria dos discípulos de Jesus, pois naquela época não tinham nenhum treinamento especial para quem seria líder.

Mas, por que então? Por que as mulheres não podem ser pastor? E Paulo nos responde no próximo versículo.

1 Timóteo 2.13; Pois Deus fez Adão primeiro, e depois ele fez Eva.

Paulo não fala nada de cultura, mas ele cita a ordem da criação; “Pois Deus fez Adão primeiro, e depois ele fez Eva.” Você entendeu? Quem é o líder na igreja é uma questão de ordem, hierarquia, determinado por Deus desde a criação. Deus criou o homem para liderar e a mulher para seguir e ajudar. E assim Paulo continua dando mais razões não culturais.

1 Timóteo 2.14; E não foi Adão que foi enganado pela serpente. A mulher foi enganada e pecado foi o resultado.

Adão foi criado primeiro dando ele primazia na criação, autoridade para reinar e liderar e, ainda mais, não foi ele que foi enganado pela serpente resultando em pecado. Meu amigo, isso não tem nada a ver com cultura, ou ensino, é algo histórico. Algo que desde o princípio, desde a criação existe. O homem é o líder não a mulher. E Deus fez questão quando estava formando a sua igreja primitiva de proibir uma mulher tomar o lugar do homem. “Eu não permito que as mulheres ensinem aos homens ou tenham autoridade sobre eles”.

Isso deve parecer muito louco a uma igreja desviada, mas a palavra não muda e na verdade isso não deve ser algo a discutir. O que eu não entendo é a necessidade de mulheres querendo ser homens ou ocupar o lugar dos homens. Isso começa no lugar do emprego e invade a hierarquia da igreja. As mulheres querem mandar no mundo hoje. Isso é a simples verdade. Mas Deus não as criou para serem as donas da bola, mas companheiras, parceiras dos donos. E, de novo, Paulo tem algo a dizer em vez de deixar o papel da mulher em branco.


1 Timóteo 2.15; Mas as mulheres ao invés de se preocupar com o ensino, devem preocupar com o papel dado por Deus de ser mãe, e se continuarem vivendo em fé, amor, santidade, e sendo modestas, serão salvas.

Na verdade eu acho tudo isso muito triste hoje. As mulheres não querem mais ser mulheres, mas homens, e em vez de mães, patroas. É triste mesmo e quem sofre são as famílias ausentes de pais trabalhando e mulheres trabalhando. Não estou falando que não existem exceções, mas não se devem tornar essas exceções em regras. Na questão de pastora, é um princípio quebrado e não uma questão de exceção. A mulher que toma algo por ela que Deus proíbe não é uma exceção, mas um erro, uma desobediência, e quem sofre é a igreja.

Eu vejo que realmente o papel da mulher hoje na igreja e na família é algo muito desprezado. Ninguém olha com bons olhos para a esposa do pastor servindo em silêncio ou a mãe que opta por viver sem alguns confortos na vida para poder ficar em casa e criar seus filhos. Infelizmente isto é algo banalizado até na própria igreja. É errado de como nós não honramos as mães, as donas de casa. Eu fico triste em pensar como a sociedade sorri delas; eu choro em pensar como a igreja despreza elas. Mas elas estão certas ainda estando na minoria.

Deus criou a mulher perfeitamente para fazer o seu papel de esposa e mãe; de dar suporte, mas de liderar não cabe ao chamado dela. E isso nos leva a perguntar: “E se uma mulher se sente chamada?” Creio mesmo que tem mulheres que sintam chamados a serem pastoras e bispas e apóstolas. E baseado no que eu tenho ouvido sendo pregado nos púlpitos, eu nem duvido que muitas mulheres são mais capazes de ensinar e pregar melhor do que os próprios homens. Mas, essa não é questão. A questão é, “É Bíblico?” E a resposta é NÃO; fim da história. E se uma mulher sente chamada, não é Deus chamando, pois a vocação de pastor é tanto espiritual como Bíblica. O mesmo Espírito que chama também escreveu a Bíblia. E não tem como o Espírito chamar alguém para fazer o que a Bíblia proíbe. O Espírito nunca se contradiz.

Eu entendo bem que essa posição não é muito popular hoje em dia, mas é Bíblico e isso é a única coisa que eu quero saber. E enquanto nós brigamos por direitos que não existem na Bíblia e defendemos práticas anti-Bíblicas encontradas nas nossas igrejas, o fim não pode ser benção. Não tem como semear erro e pensar que vai dar em algo de valor. Não vai.

Se a igreja tem esperança de não ser totalmente abandonada pelo Espírito de Deus que se ofende a cada dia com as estruturas anti-Bíblicas, temos que voltar aos seus princípios e começar na liderança e isso vai incluir tirar aquelas em lugares que não devem estar.

Me fala, o que é pior, ofender pessoas que estão em lugares errados ou ofender Deus que fala que estão em lugares errados deixando elas lá?


Jeff "

 
Fonte: http://www.geracaobenjamim.com/modules/smartsection/item.php?itemid=98


segunda-feira, 8 de março de 2010

Um Desafio às Mulheres - por John Piper


"Eva não foi criada a partir da cabeça de Adão, para liderá-lo, nem de seus pés, para ser pisada por ele, mas sob seu braço, para ser protegida por ele, e de perto de seu coração, para ser amada" (Matthew Henry)



Um Desafio às Mulheres


 
1. Que tudo da sua vida — em qualquer esfera — seja devotado à glória de Deus.

2. Que as promessas de Cristo sejam confiadas tão plenamente que paz, alegria e força encham sua alma a ponto de transbordar.

3. Que essa plenitude de Deus abunde em atos diários de amor, de forma que as pessoas possam ver suas boas obras e glorificar ao seu Pai no céu.

4. Que vocês sejam mulheres do Livro, que amem, estudem e obedeçam a Bíblia em cada área do seu ensino. Que a meditação sobre a verdade bíblica possa ser a fonte de esperança e fé. E que vocês continuem a crescer em entendimento através de todos os capítulos de sua vida, nunca pensando que o estudo e o crescimento são apenas para os outros.

5. Que vocês sejam mulheres de oração, de forma que a Palavra de Deus se abra para vocês; e o poder da fé e santidade desça sobre vocês; e sua influência espiritual crescerá no lar, na igreja e no mundo.

6. Que vocês sejam mulheres que tenham uma profunda compreensão da graça soberana de Deus fortalecendo todo esse processo espiritual, que sejam pensadoras profundas sobre as doutrinas da graça, e amantes e crentes profundos dessas coisas.

7. Que vocês sejam totalmente comprometidas ao ministério, seja qual for o seu papel específico, que não desperdicem o seu tempo em revistas de senhoras ou hobbies inúteis, assim como seus maridos não deveriam desperdiçar o tempo deles em esportes excessivos ou coisas sem propósito na garagem. Que você redima o tempo para Cristo e seu reino.

8. Que vocês, se solteiras, explorem seu solteirismo para a plena devoção a Cristo e não sejam paralisadas pelo desejo de se casar.

9. Que vocês, se casadas, apóiem a liderança do seu marido de maneira criativa, inteligente e sincera, tão profundamente como uma obediência a Cristo permitir; que vocês o encorajem em seu papel designado por Deus como o cabeça; que vocês o influenciem espiritualmente primariamente através da sua tranqüilidade destemida, santidade e oração.

10. Que vocês, se tiverem filhos, aceitem a responsabilidade com o seu marido (ou sozinhas, se necessário) de criar os filhos que esperam no triunfo de Deus, compartilhando com ele o ensino e a disciplina das crianças, e dando aos filhos aquele toque e cuidado protetor especial que vocês são unicamente capacitados para dar.

11. Que vocês não assumam que o emprego secular é um desafio maior ou um melhor uso da sua vida que as oportunidades incontáveis de serviço e testemunho no lar, na vizinhança, comunidade, igreja e no mundo. Que não proponham somente a pergunta: Carreira vs. Mãe em tempo integral? Mas que perguntem tão seriamente: Carreira em tempo integral vs. Liberdade para o ministério? Que vocês perguntem: O que seria maior para o Reino — ser empregado de alguém que lhe diga o que você deve fazer para seu negócio prosperar, ou ser um agente livre de Deus, sonhando o seu próprio sonho sobre como seu tempo, seu lar e sua criatividade poderiam fazer o negócio de Deus prosperar? E que em tudo isso você faz suas escolhas não sobre a base de tendências seculares ou expectativas de estilo de vida, mas sobre a base do que fortalecerá a sua família e promoverá a causa de Cristo.

12. Que vocês parem e (com seus maridos, se forem casadas) planejem as várias formas da sua vida ministerial em capítulos. Os capítulos são divididos por várias coisas — idade, força, solteirismo, casamento, escolha de emprego, crianças no lar, crianças na escola, netos, aposentadoria, etc. Nenhum capítulo é tudo alegria. A vida finita é uma série de permutas. Encontrar a vontade de Deus, e viver para a glória de Cristo plenamente em cada capítulo é o que faz dele um sucesso, não se ele se parece com o capítulo de outra pessoa ou se tem nele o que o capítulo cinco terá.

13. Que vocês desenvolvam uma mentalidade e um estilo de vida guerreiro; que nunca se esqueçam que a vida é breve, que milhões de pessoas estão entre o céu e o inferno todos os dias, que o amor ao dinheiro é suicídio espiritual, que os objetivos de mobilidade ascendente (roupas chiques, carros, casas, férias, comidas, hobbies) são um substituto pobre para os objetivos de viver para Cristo com toda a sua força, e maximizar sua alegria no ministério ao ajudar pessoas.

14. Que em todos os seus relacionamentos com os homens vocês procurem a direção do Espírito Santo ao aplicar a visão bíblica da masculinidade e feminilidade; que vocês desenvolvam um estilo e comportamento que faça justiça ao papel único que Deus deu aos homens para serem responsáveis pela liderança graciosa com relação às mulheres — uma liderança que envolve elementos de proteção, cuidado e iniciativa. Que vocês pensem criativamente e com sensibilidade cultural (assim como ele deve fazer) ao moldar o estilo e ajustar o tom de sua interação com os homens.

15. Que vocês vejam a direção bíblica para o que é apropriado e inapropriado para os homens e mulheres em relação uns para com os outros, não como restrições arbitrárias sobre a liberdade, mas como prescrições sábias e graciosas de como descobrir a verdadeira liberdade do ideal de complementaridade de Deus. Que vocês não mensurem sua potencialidade pelas poucas funções restringidas, mas pelas incontáveis oferecidas.



[Por John Piper. © Desiring God. Website: desiringGod.org
Tradução: Felipe Sabino, Monergismo
Postado em Voltemos ao Evangelho ]

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

As mulheres devem permanecer caladas na igreja?

"Como em todas as igrejas dos santos, conservem-se as mulheres caladas nas igrejas, porque não lhes é permitido falar; mas estejam submissas como também a lei o determina. Se, porém, querem aprender alguma coisa, interroguem, em casa, a seu próprio marido; porque para a mulher é vergonhoso falar na igreja. Porventura, a palavra de Deus se originou no meio de vós ou veio ela exclusivamente para vós outros? Se alguém se considera profeta ou espiritual, reconheça ser mandamento do Senhor o que vos escrevo. E, se alguém o ignorar, será ignorado."
(I Coríntios 14: 33b - 38)

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"A mulher aprenda em silêncio, com toda a submissão. E não permito que a mulher ensine, nem exerça autoridade de homem; esteja, porém, em silêncio." (I Timóteo 2: 11-12)

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O que você pensa sobre esse assunto? Tem alguma opinião?

Participe deste debate no blog Mulheres Virtuosas:


Buscando a Verdade de Deus para Verdadeiras Mulheres!

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Gentis, mas também Valentes!



Fico feliz ao saber que muito se tem discutido dentro do meio jovem (ou não tão jovem) a respeito do retorno ao Cavalheirismo, do retorno a circunstâncias em que homens podem ser verdadeiramente homens e mulheres podem ser verdadeiramente mulheres. Nossa sociedade dita moderna necessita urgentemente disso.


No entanto, havia algo sobre o que eu não havia pensado durante muito tempo a esse respeito. Quando falamos sobre Cavalheirismo, geralmente nos referimos ou, pelo menos, imaginamos um retorno às práticas de gentileza dos homens, principalmente para com as mulheres. Mas, ao ler um livro chamado “A Jornada Para Ser Um Homem de Verdade”, de Jeff Fromholz, um comentário me chocou a respeito de um típico pensamento feminista, que eu mesma alimentava, ainda que de forma inconsciente:


“O que os meninos ouvem hoje em dia dos adultos, principalmente mulheres: “Fique quieto! Não se mexa! Sente-se! Se comporte! Não lute!”. Em outras palavras, “SEJA UMA MENINA!”


Eu nunca havia parado para pensar sob esta óptica. Mas isso é verdade! Nós, mulheres, somos diferentes dos homens, e a tendência natural do ser humano é tentar criar no outro aquilo que nós achamos que seria ideal para nós mesmos. Porém, o que é ideal para uma mulher, não é ideal para um homem! Nós, mulheres, somos naturalmente menos enérgicas, menos dadas a explosões de adrenalina, perigos, uso da força. Geralmente (com grandes alterações nestes índices para quem vive na “sociedade feminista” que doutrina todo mundo a buscar uma “igualdade de gênero”), as meninas se interessam menos por esportes de luta e contato físico, são coisas que costumamos achar “agressivas demais”, e elas realmente o são PARA NÓS, afinal, nós somos mulheres – as Donzelas, e não os Cavaleiros! Eu sempre tive um sério questionamento sobre o porquê de homens gostarem TANTO de futebol! Eu dizia que iria fazer uma pesquisa sobre isso, porque, onde quer que estejam dois ou mais homens, você tem 99% de certeza de que o assunto “futebol” irá surgir em muito pouco tempo. Mas, hoje, isso é muito claro para mim: homens gostam de competições, de testes à sua força e habilidade física, lutar por um objetivo, independente se eles vão se machucar com isso ou não! Já nós, mulheres, somos muito mais diplomáticas, gostamos de resolver as coisas à base do diálogo e normalmente fazemos de tudo para evitar uma briga e ficamos horrorizadas com disputas físicas acirradas.


Pessoalmente, não entendo como homens podem gostar de boxe, luta livre e similares, de onde as pessoas saem sempre sangrando e super machucadas, mas agradeço mesmo a Deus porque Ele fez homens E mulheres! Sem um dos dois, a humanidade não teria sobrevivido por muito tempo! O fato é que nossas diferenças são vitais – quem iria para as guerras, lutar pela segurança ou liberdade da nação, ou defender os direitos de seu povo, se não houvesse homens? Acho que pouquíssimas mulheres se alistariam a essa função! Então, tenho entendido como Deus é Sábio, e como Sua Sabedoria foi tremenda ao colocar a diplomacia nas mulheres, mas também a força física e essa agressividade nos homens! Ambos são necessários!


Mas o fato é que, quase inconscientemente, nossa sociedade feminista e matriarcal tem quase que minado completamente essa característica masculina! Eu devo confessar que fiz isso durante MUITO tempo. Como as mulheres têm tomado o controle de quase todas as coisas – famílias, trabalho, igreja, educação – elas têm lutado para transformar essa peculiaridade agressiva dos homens na diplomacia feminina! As mulheres têm criado seus filhos homens como mulheres, e estes crescem sem desenvolver seu senso de coragem, determinação, força, liderança – que são os traços necessários para um homem (inclusive para um homem CRISTÃO!). Os meninos têm crescido medrosos, sem iniciativa, mimados por suas mães que querem fazer tudo por eles e não os deixam fazer nada. E o problema só é identificado muitos anos mais tarde, quando a mulher que casa com estes “homens” descobre que eles não são HOMENS, mas MENINOS! E meninos mimados! Homens que deveriam ser os líderes do lar, mas que não sabem tomar uma decisão, não sabem tomar iniciativa, não tem o menor controle sobre eles mesmos ou qualquer outra coisa, vivem inseguros e sequer imaginam como liderar um grupo. Qual o resultado disso? As mulheres assumem o controle do lar! E, infelizmente, ao ter seus filhos, acabam reproduzindo o mesmo quadro, ainda sem ter noção do estrago que estão fazendo!


Basta pensar sobre o que o Exército e as Forças Armadas representavam pros rapazes há alguns séculos atrás, e o que representam para os rapazes hoje. Quer assistindo a filmes antigos, quer lendo livros, artigos ou ouvindo histórias, podemos perceber como que, em sociedades passadas, o fato de servir o Exército e lutar por seu país era uma honra para os homens! Os rapazes, desde meninos, desejavam isso, porque viam seus pais e irmãos mais velhos, e a maioria dos outros rapazes da comunidade fazendo isso. Eles eram considerados HERÓIS! Todos queriam imitá-los! Eles não se importavam se iriam morrer lutando – o que importava era lutar por uma justa causa, e morrer como HOMENS. Havia honra em lutar pelas causas do povo ou simplesmente por sua família. Os homens não temiam isso, ou, se temiam, sua coragem e honra superavam esse medo. Eles eram HOMENS. Não corriam de suas responsabilidades, mas as realizavam com prazer, em defesa dos mais fracos. Desde muito pequenos, os meninos eram ensinados a manejar a espada e a arte da guerra, sempre lembrando que o caráter e auto-controle eram de suma importância.


E hoje? Pergunte pros rapazes ao seu redor quantos deles lutariam por seu país, caso houvesse uma guerra. Olhe ao redor e veja quantos rapazes gostariam de se alistar ao Exército, Marinha ou Aeronáutica. Nããooo!!! Os rapazes já crescem ouvindo de seus pais que entrar para o Exército, ou algo parecido, é a pior das alternativas – “Faça de tudo para fugir disso!”. Chega a idade para se alistar e todos os adultos da sociedade ficam apreensivos, torcendo em uníssono para que o cara consiga fazer algo para ser liberado! “Exército? Não para o meu filho!”. O que antes simbolizava honra, aqueles que antes eram tidos como os “Heróis” da sociedade, hoje são tidos como os “Loucos” da sociedade. “Sofrer pelo país? Isso é burrice!”, é o que costumamos ouvir. Não existe mais coletividade, não existe mais nacionalidade ou preocupação pelo grupo – vivemos o período “Cada Um Por Si”, “Preocupe-se com você e o resto que se vire!”. Onde está a honra e a coragem dos antigos cavaleiros e heróis de guerra?


No casamento não é muito diferente. Eu agradeço muito a Deus por não ser eu a responsável por subir do telhado para trocar uma telha; ou ir atrás do rato que está na cozinha para matá-lo; ou ter que ir verificar que barulho foi aquele no quintal, no meio da madrugada; ou confirmar se existe alguém tentando entrar na casa; ou ter que manusear um martelo ou uma furadeira. No entanto, no mundo “igualitário” que tem nos treinado, não muito dificilmente encontramos homens que tem mais medo de barata do que as mulheres!  Qual é? Se um ladrão entrar na casa, eu não duvidaria muito se o cara dissesse pra esposa: “Vai lá e resolve!”, e eles ainda acrescentam: “Não foram VOCÊS que pediram direitos iguais?”. EU NUNCA PEDI NADA! Então, será que não ta na hora de alguém dizer que Homens tem que ser HOMENS, e não meninos fracotes e frouxos que se escondem debaixo da saia da mamãe?


Se pensarmos nos Cavaleiros Medievais, sim, eles tinham um grande código de ética, que incluía gentileza e modos agradáveis, e cavalheirismo geralmente nos remete a esses modos. Mas, além disso, também havia a Coragem e o desejo de lutar pelas donzelas, e também pelos necessitados, pelos mais fracos. Proteger uma dama não envolvia apenas dizer palavras doces e amáveis, mas também estar disposto a lutar contra qualquer inimigo que pudesse surgir, quaisquer que fossem os riscos.


Outra coisa importante de ressaltar é que os Cavalheiros não precisam tratar todo mundo como tratam as Mulheres! Com as mulheres, seus modos são gentis e amáveis, suas palavras são respeitosas, doces e controladas, e não há violência, mesmo quando precisa haver firmeza. Elas são mulheres, o sexo nobre, as princesas, e, com elas, eles devem ser os Príncipes. No entanto, nem todo mundo é mulher! Enquanto não há violência nem força na relação com as donzelas, quando se trata do mundo, dos inimigos, de outros homens que estão fazendo as coisas erradas, esses atributos tornam-se não apenas “utilizáveis”, mas necessários! Além de Príncipes, eles precisam também saber ser Guerreiros!


Confesso que, ao assistir filmes de guerras patrióticas, onde sempre existem aqueles guerreiros cheios de honra e valentia (esses filmes são os meus favoritos, além dos épicos em geral!!! =P), algumas vezes sinto-me tentada em querer ser o Guerreiro, e não a Princesa!! Hehehe... Talvez seja pela falta tão grande de homens que queiram assumir esse papel nos nossos dias. O fato é que vejo tanta grandeza de caráter, um senso de destino tão bem definido e objetivos de vida tão valorosos nestes homens, que, quase chego a desejar ser um homem também, para vestir a armadura, posicionar o escudo, montar o cavalo e desembainhar a espada rumo à luta, ao lado de outros cavalheiros cheios de honra! É certo que, algumas vezes, nós, mulheres, também precisamos ser guerreiras, em nossas lutas diárias pela verdadeira feminilidade, mas o papel oficial de Guerreiros é mesmo dos homens. Espero que eles não temam assumir essa renomada função.


Mulheres, nós precisamos reconhecer nossa culpa neste processo de “feminilinização” dos homens, e parar de cobrar que eles ajam, em tudo, como nós agimos. Da mesma forma que nós não devemos querer ser iguais a eles, eles também não devem ser iguais a nós. Que cada um desenvolva suas capacidades, vocações específicas e responsabilidades e, então, alcançaremos o equilíbrio que nossa sociedade perdeu.


Gentis, sim, sem sombra de dúvida. Mas não MULHERES, e sim HOMENS. Com Coragem, Força, Valentia, Determinação, Iniciativa, Liderança, Masculinidade, Honra. Verdadeiros Cavalheiros!

domingo, 27 de dezembro de 2009

Homens X Mulheres: A Ciência confirma!

 Ontem eu estava sem muito o que fazer, então resolvi procurar um livro pra ler.
Fui pesquisar na nossa estante de livros, o que poderia ser interessante. E encontrei "Por que os homens fazem sexo e as mulheres fazem amor", de Allan e Barbara Pease.
Eu sei que o título não parece muito promissor (e, rapazes, não concordo com estas generalizações, só pra constar!), mas, como o tema "diferenças entre homens e mulheres" sempre me chamou muita atenção, resolvi ler. Na verdade, acho que eu já o havia lido antes, porque sempre leio livros sobre essa temática, e aqui em casa de vez em quando surge uma novidade relacionada. Mas, comecei a ler de novo.
E, logo no início do livro, tive uma grata surpresa, ao ver o que a ciência tem descoberto e passado a defender a respeito das diferenças tamanhas entre os sexos. Fiquei tão agraciada e feliz ao ver que tudo aquilo que a Palavra de Deus sempre defendeu e declarou como verdade, e que tem sido tão condenado e discriminado pela sociedade que considera os conceitos bíblicos como algo ultrapassado, é exatamente o que a Ciência está passando a redescobrir neste nosso século.
Eu fiquei, sinceramente, abismada, surpresa e imensamente satisfeita ao ver tudo aquilo que as Sagradas Escrituras pregam sendo abordado e explicado em alguns comentários deste livro. Os autores consideram tudo isso como coisas do cérebro, hormônios e resultados orgânicos. Mas, nós sabemos que a verdade é que foi DEUS quem fez homens e mulheres diferentes, segundo a SUA vontade, para que cada um cumpra um propósito especificamente traçado para si!
Compartilho com vocês, então, alguns trechos interessantissimos deste livro. Espero que vocês gostem tanto quanto eu gostei!
Até mesmo os cientistas tem percebido os danos que o abandono do padrão que o Senhor determinou para homens e mulheres tem trazido para a sociedade moderna! Que nós, enquanto seguidores de Cristo, possamos entender isso também!
[Obs: os trechos entre colchetes, com negrito e em vermelho são comentários e opiniões minhas, não dos autores do livro!]
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“A questão fundamental aqui é simples: homens e mulheres são diferentes. Nem melhores nem piores – apenas diferentes. Cientistas, antropólogos e sociobiólogos sabem disso há anos, mas têm também a dolorosa certeza de que afirmar publicamente suas conclusões em um mundo politicamente correto como o nosso poderia transformá-los em verdadeiros párias de uma sociedade determinada a acreditar que homens e mulheres têm as mesmas habilidades, aptidões e potenciais – justamente quando a ciência começa a provar o contrário.



Aonde isso nos leva? Individualmente, a relacionamentos difíceis, penosos, infelizes. Como sociedade, a um terreno extremamente acidentado. Só o entendimento das diferenças entre homens e mulheres vai nos permitir começar a desenvolver nossa força coletiva – em lugar das fraquezas individuais” (p. 10)

Tipos de trabalho diferentes



"Homens e mulheres evoluíram de modos diferentes porque tinha de ser assim [eu diria: porque DEUS planejou que fosse assim!]. Os homens caçavam, as mulheres ficavam com o grupo. Os homens protegiam, as mulheres cuidavam. Como resultado, seus corpos e cérebros tomaram rumos diversos no processo de evolução e se transformaram para se adaptarem melhor às suas funções específicas. Os homens se tornaram mais altos e mais fortes que a maioria das mulheres, e seus cérebros se desenvolveram para cumprir as tarefas que lhes cabiam. As mulheres ficavam satisfeitas de ver seus homens saírem para trabalhar enquanto elas mantinham o fogo aceso na caverna. Seus cérebros, então, evoluíram para atender às funções que precisavam desempenhar.



Assim, por milhares de anos, as estruturas dos cérebros de homens e mulheres foram se formando de maneiras diferentes. Hoje em dia, sabemos que homens e mulheres processam a informação de modos distintos. Pensam diferente. Têm crenças, percepções, prioridades e comportamentos diversos. Desconhecer este fato é uma receita certa de confusão, sofrimento e desilusão para toda a vida” (p.16)





As pesquisas comprovam



"Durante a maior parte do século XX, essas diferenças foram explicadas pelo condicionamento social, ou seja: somos como somos por causa das atitudes de nossos pais e professores que, por sua vez, refletem as atitudes da sociedade em que vivem. Meninas se vestem de rosa e ganham bonecas de presente, meninos se vestem de azul e ganham uniformes de jogadores de futebol. Mocinhas são tocadas e acariciadas, rapazes levam tapas nas costas e aprendem que homem não chora. Até recentemente, acreditava-se que quando uma criança nasce sua mente é uma página em branco, onde os educadores imprimem suas escolhas e preferências. Recentes estudos de biologia mostram, porém, um panorama completamente novo e apontam os hormônios e o cérebro [eu diria, a grande e totalmente sábia Mão de Deus determinando nossas características sexuais primordiais] como os principais responsáveis por nossas atitudes, preferências e comportamento. Isso quer dizer que, ainda que criados em uma ilha deserta, sem uma sociedade organizada ou pais que os influenciasse, meninos competiriam física e mentalmente entre eles, formando grupos com hierarquia, e meninas trocariam toques e carinhos, se tornariam amigas e brincariam de bonecas.” (p.18)




[A história em sua origem]



“Era uma vez, há muito, muito tempo, homens e mulheres vivendo juntos, felizes e trabalhando em harmonia. O homem a cada dia arriscava sua vida em um mundo perigoso e hostil, caçando para levar alimento à sua mulher e filhos e enfrentando inimigos e animais selvagens. Desenvolveu o senso de direção e a pontaria, tornando-se capaz de localizar a caça, atingi-la, mesmo em movimento, e levá-la até o lugar onde vivia. A definição de seu trabalho era simples: caçador de comida. Isso era tudo o que se exigia dele. [eu diria: é claro que não acredito que os homens devem se preocupar UNICAMENTE E EXCLUSIVAMENTE com este seu papel principal, excluindo qualquer outra forma de atribuição, primordialmente realizada pela mulher, como será mencionado abaixo]



A mulher, por seu lado, se sentia valorizada ao ver o homem expor a vida pela família. Homem de sucesso era aquele que conseguia bastante comida, e sua auto-estima dependia do reconhecimento da mulher aos seus esforços. A família só esperava que ele cumprisse suas tarefas de caçador e protetor – nada mais [o que não quer dizer que ele não poderia, ou até mesmo deveria, participar também das atividades de casa – mas este não era seu papel principal, e a mulher sabia disso, e ambos se regozijavam, cada um com sua função]. Não era preciso “repensar o relacionamento” e ninguém lhe pedia para levar o lixo para fora nem trocar as fraldas do bebê.



O papel da mulher era também muito claro. A necessidade de ser uma perpetuadora da espécie apontou a direção em que devia evoluir e as habilidades a desenvolver para cumprir suas funções. Precisava ser capaz de detectar sinais que indicassem a aproximação do perigo, ter excelente senso de direção a curta distância, orientando-se por detalhes da paisagem para encontrar o caminho [era ela quem colhia os frutos ao redor da casa] e, com sua extraordinária sensibilidade, identificar pequenas mudanças na aparência e no comportamento das crianças e adultos. Tudo muito simples: ele era o caçador da comida, ela a guardiã da cria. [Amei isso! xD]



A mulher passava o dia cuidando das crianças, colhendo frutos e sementes e se relacionando com as outras mulheres do grupo. Não tinha que se preocupar com a parte principal do abastecimento de comida, e seu sucesso estava ligado à capacidade de manter a vida em família. Sua auto-estima dependia do valor que o homem dava a suas habilidades de zeladora e mãe. Ter filhos era um ato mágico, sagrado mesmo, como se só ela conhecesse o segredo da vida. Ninguém esperava que fosse caçar, enfrentar inimigos ou trocar lâmpadas.



A sobrevivência era difícil, mas o relacionamento era fácil. [Linda frase!] Assim foi por centenas de milhares de anos. Ao fim de cada dia, os caçadores voltavam com os animais abatidos, que eram divididos igualmente, e todos comiam juntos na caverna onde viviam. Cada homem entregava parte da caça à mulher, que, em troca, lhe dava frutos e sementes.



Depois de comer, os homens sentavam ao redor da fogueira, contavam histórias, faziam brincadeiras e riam. Era uma versão pré-histórica da contínua troca de canais com o controle remoto ou da total concentração na leitura do jornal. Estavam exaustos depois de tanto esforço e precisavam se recuperar para caçar novamente no dia seguinte. As mulheres continuariam a cuidar das crianças e a garantir o descanso e a alimentação dos homens. Cada um apreciava o que o outro fazia – eles não eram considerados preguiçosos nem elas se sentiam como criadas oprimidas.



Esses rituais e comportamentos simples ainda são encontrados em civilizações primitivas, em lugares como Bornéu, parte da África e Indonésia e entre alguns aborígines australianos, maoris da Nova Zelândia e inuits do Canadá e Groelândia. Nessas culturas, cada pessoa conhece e entende seu papel. Os homens admiram as mulheres e as mulheres admiram os homens. Cada um reconhece no outro uma contribuição única para a sobrevivência e o bem-estar da família. Mas, para quem vive nos modernos países civilizados, essas regras antigas foram abandonadas. O caos, a confusão e a infelicidade tomaram seu lugar



A família não mais depende unicamente do homem para sua sobrevivência e não se espera mais que a mulher fique em casa exercendo as funções de mãe e zeladora. Pela primeira vez na história da espécie humana, a maior parte dos homens e mulheres se confunde na hora de definir suas atividades. Você faz parte da primeira geração a ter de encarar situações que seus antepassados nunca conheceram. Pela primeira vez, buscamos em nossos parceiros amor, romance e realização pessoal, já que a sobrevivência, garantida para muitos pela estrutura da sociedade moderna através de fundos de pensão, aposentadorias, leis de proteção ao consumidor e várias instituições governamentais, não é prioritária. (...)



Se você nasceu antes de 1960, é bem possível que tenha crescido vendo seus pais se relacionarem segundo os antigos princípios de sobrevivência entre homem e mulher. Eles repetiam o comportamento que aprenderam com os pais deles, que, por sua vez, imitaram os pais deles, que copiaram os pais deles, e assim por diante, até chegar ao povo das cavernas com seus papéis claramente definidos.



Agora as regras mudaram completamente, e seus pais não sabem como ajudar. O índice de divórcios entre os casamentos recentes está em torno de 50 por cento e, se levarmos em conta as uniões não oficializadas e os relacionamentos entre gays, a verdadeira taxa sobe para 70 por cento.” (p.21-23)

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"Os teus filhos edificarão as antigas ruínas; Levantarás os fundamentos de muitas gerações e serás chamado reparador de brechas e restaurador de veredas, para que o país se torne habitável" (Isaías 58:12)

É pra isso que temos sido chamados! Para reparar as brechas de nossa geração e para restaurar as veredas eternas de Deus, que tem sido perdidas! Que a Verdade Eterna do Senhor seja pregada e conhecida em todo o mundo!

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Aproximações com o sexo oposto II


Hello, everybody!!! ;P


Estava lendo o comentário da Julie Marie no post “Aproximações com o sexo oposto” e lembrei que eu mesma ainda não disse o que penso do assunto, não é mesmo? hehe.. I'm sorry! Vou tentar fazê-lo agora, então.
Bem, confesso que tenho tentado entender esse assunto segundo os olhos de Deus, mas ainda não cheguei à todas as respostas que eu queria. Ainda assim, tenho entendido algumas coisas.

A primeira delas é que, ao que tudo indica, existe uma (grande) diferença entre guardar o coração de uma moça e o de um rapaz. Bom, eu realmente tenho percebido que deve haver essa diferença, porque em todo o tempo o cuidado que os pais têm (e a sociedade tinha antigamente) com as moças, nesse aspecto de romance, é muito maior do que com os rapazes. Um sinal disso é que não é a moça quem vai ao pai (ou à mãe) do rapaz para pedir sua autorização e benção para firmar um compromisso romântico com seu filho. Não! É o rapaz quem faz isso! É ele quem procura pelo pai da moça, pois o Pai é o guardião definido por Deus para manter o coração de sua filha à salvo, protegido! Creio que o pai também tem um papel muito importante na sexualidade de seu filho homem, mas isso se dá de uma maneira muito especial quando se trata de sua filha.

Isso indica, muito provavelmente, o quanto o coração das mulheres precisa de um cuidado, uma proteção maior do que o dos rapazes. Por que? Não sei, espero ainda descobrir! =P Mas Deus nos fez diferentes, e essa é uma característica das mulheres. Em geral, elas são muito mais emocionais (ou seja, seus corações se envolvem de uma forma mais intensa) do que os rapazes. Isso não as faz melhores do que os homens, apenas Deus deu características diferentes para cada um segundo Seu propósito para nós.

Portanto, acredito que esse assunto possui uma importância e uma aplicação especiais para as moças, principalmente porque, na maioria dos casos, nossa geração ocidental já não tem essa proteção dos corações vinda dos pais. Os pais, mesmo os cristãos, geralmente nem se dão conta de que ser os guardiões dos corações de suas filhas ainda é e sempre será muitissimo necessário! Mas, o fato é que a maioria de nós não tem isso. O que acontece, então? Nós mesmas precisamos proteger nossos corações, e isso não é bom! Deus não intencionou que as coisas fossem assim! Deus nos fez femininas, mulheres cheias de virtudes, capazes de conquistar o rapaz com quem iremos nos casar, e isso são bençãos do Senhor, as quais deveriam ser exploradas e aprimoradas da forma correta e no momento correto, ou seja, quando nosso pai entregasse a chave de nosso coração ao rapaz que será nosso marido. Mas, como nossos corações estão constantemente expostos, então precisamos reprimir todas essas bênçãos de nossa feminilidade, e construir uma muralha ao redor de nosso coração para que nenhuma pessoa com intenções erradas (o que não está faltando hoje em dia) se aproxime dele! Craig Hill, no seu seminário Veredas Antigas, fala sobre isso, e sobre os resultados que este muro que somos obrigadas a construir acaba gerando em nossas vidas – incertezas, insegurança, medo, dureza de coração, dificuldade em entregar-se após o casamento, etc. Tudo isso porque nós, mulheres, não fomos criadas para sermos as guardiãs de nossos próprios corações! Vejam só como, em todo o tempo, deveria existir um homem exercendo esse papel: antes do casamento, esse homem seria nosso pai; após o casamento, este homem seria nosso esposo. Era assim que as coisas deveriam funcionar. Isso nos traria segurança e a certeza de que estamos sendo cuidadas, como Deus planejou. No entanto, este primeiro personagem (o pai) em geral está fora do jogo!

O que fazer, então? É aí que entra essa discussão que estamos tentando ter. Para as mulheres, cujas emoções normalmente são mais intensas do que nos rapazes, guardar o coração é algo que necessita de muita energia. Acho que é algo semelhante ao que os homens vivenciam em relação à lascívia através do olhar – por isso (também) temos tratado tanto da questão de se vestir modestamente aqui no blog. Os homens são muito visuais, são muito “físicos”, enquanto nós mulheres, ainda que tenhamos essa influência também, somos muito mais emocionais. Pessoalmente, enquanto mulher, eu acho muito mais difícil lidar com um rapaz que tem um comportamento errado (com intenções românticas) ou que gera reflexos em minhas emoções do que com um rapaz que é super sarado e bonito fisicamente. Este último, eu olho uma vez e concluo logo: “Não é pra mim!”. Fim de história. Mas o primeiro, que alcança as emoções, tem muito mais chances de enganar minha alma – as ciladas, nesse caso, são muito mais fáceis de acontecer. E eu acredito que é assim que acontece com a maioria das moças também. É óbvio que hoje, em todos os meus relacionamentos, guardo meu coração e essas coisas já não me afetam de forma tão intensa, mas, ainda assim, é algo que acaba pedindo um gasto de energia desnecessário. Acho que é algo muito semelhante à questão da imodéstia no caso dos rapazes.

Portanto, da mesma forma como nós, moças, precisamos nos conscientizar de que nossa forma de vestir gera impactos negativos muito fortes em nossos irmãos em Cristo, da mesma forma os rapazes também precisam entender que suas aproximações conosco precisam ter um certo limite.

O Leandro falou algo muito interessante: “Seja a vontade de Deus ou não, se eu gastar tempo com uma pessoa do sexo oposto, compartilhar coisas profundas do meu coração, e essa pessoa me aceitar, não me rejeitar, ser amável comigo, é o primeiro passo para que ambos terminem em sentimentos românticos.”

Isso é a mais pura verdade! E, acreditem, se o é para um rapaz, muito mais para uma moça. Não foi à toa que Deus determinou tantos caminhos para se guardar o coração e a pureza de uma moça. Elas precisam disso! As moças, em geral, são mais românticas, mais fantasiosas, mais sonhadoras e criadoras de expectativas... Deus nos fez assim! E creio que essas são características de mães que serão usadas pelo Senhor para passar a seus filhos a certeza do quanto são especiais e fazer o Seu amor abundar em suas vidas e identidades! Há um propósito nisso!

Por que será que a Palavra de Deus diz aos homens que seus deveres enquanto maridos é de “amar as suas esposas, como Jesus ama a Igreja”? Porque as mulheres precisam disso, elas são extremamente emocionais, e ser amadas é uma das formas mais fortes de transmitir a elas sua importância e identidade! Não é incrível como tudo aquilo que o Senhor nos manda fazer tem todo o sentido?

Assim sendo, grandes aproximações entre moças e rapazes pode gerar resultados emocionais inadequados, principalmente nas moças, ou então irá cobrar delas um gasto de energia muito grande para que isso não ocorra – irá exigir que elas exerçam firmemente este papel de guardiães, que não lhes compete exercer.

Não sei se os rapazes são capazes de entender isso, da mesma forma como muitas moças não entendem a necessidade de se vestirem modestamente porque acham um exagero pensar que “qualquer coisinha” em suas roupas pode levar seus irmãos ao pecado.

O que acho ser um problema, então, na maioria dos casos? É errado uma moça conversar com um rapaz, ter alguma aproximação com ele, trocar idéias? Não, dependendo do nível em que isso é feito.

Acho que o grande problema acontece quando se começa a passar muito tempo juntos, compartilhando coisas pessoais, abrindo o coração, confiando um ao outro sentimentos, emoções... Isso é o que chamamos propriamente de AMIZADE. Uma pessoa que exerce um papel diferente das outras pessoas, em quem você confia e a quem você compartilha coisas que não o faz com as pessoas em geral, alguém com quem você passa um tempo prolongado e que sabe coisas profundas sobre você. Acho que aí podemos ter um problema.

Primeiro, porque atualmente não é fácil ter amigos. Você não encontra uma pessoa em quem possa confiar e se abrir em qualquer canto, à qualquer hora. Isso faz desta pessoa alguém muito especial em sua vida, uma figura quase indispensável. Segundo, pela nossa situação enquanto cristãos, especialmente com estas visões “malucas” que temos defendido, que nos faz “um em um milhão”. Com os padrões que temos buscado viver, encontrar um AMIGO é ainda mais difícil. E, quando você encontra essa pessoa que lhe entende e compartilha de seus pensamentos, no meio das tantas centenas de outras que só sabem lhe criticar, é bastante óbvio que você irá se apegar emocionalmente àquela pessoa. Isso é algo natural, uma resposta de seres humanos. Mas, se esse tipo de aproximação acontece entre pessoas do sexo oposto, o que acontecerá? Um envolvimento e um apego emocional com uma pessoa que não é seu futuro cônjuge. Portanto, será que você está mesmo guardando seu coração e seus pensamentos para seu futuro esposo/esposa?

Para responder essa pergunta, e saber se a aproximação com uma pessoa do sexo oposto está indo além do que deveria, sugiro este questionamento: se o seu futuro esposo (sua futura esposa) aparecesse hoje em sua vida, e vocês se comprometessem um com o outro em corte ou noivado, como ele/ela reagiria ao saber dessa aproximação? Você diminuiria o contato que tem com essa pessoa? Seu futuro cônjuge aprovaria este nível de aproximação, ou isso geraria desconfiança e insegurança nele(a)? Esta amizade continuaria da mesma forma como era antes de você encontrar seu(a) futuro(a) esposo(a)?

A coisa mais comum que acontece quando uma pessoa qualquer começa a namorar, qual é? Esta pessoa acaba se afastando de suas amizades com pessoas do sexo oposto, acabam as intimidades, para evitar ciúmes do seu namorado, vira uma pessoa séria e tudo mais. Então, se essa pessoa precisa se afastar de seus relacionamentos com indivíduos do sexo oposto para não causar “ciúmes” no namorado, então muito provavelmente estas aproximações não eram lá muito puras, não é mesmo? Mas se ela não precisasse se preocupar com isso, se tivesse a certeza de que seu namorado aprovaria todos os relacionamentos que ela tinha com essas pessoas, e gostaria delas e ficaria feliz por saber que ela tinha pessoas próximas a ela daquela forma, então provavelmente estes eram relacionamentos puros.

Então, acho interessante fazermos essa pergunta em cada um dos relacionamentos que temos com pessoas do sexo oposto hoje. Ainda que não conheçamos nossos futuros cônjuges hoje, não precisamos esperar que eles apareçam para refletirmos sobre o que os agradaria ou não. Isso é nos guardar e esperar por eles.

Bom, sei que ainda preciso de muitas revelações de Deus nessa área, então suas opiniões (contrárias ou a favor) continuam sendo de extrema importância.

Quanto às meninas, gostaria de saber se vocês concordam quanto ao que tenho entendido sobre as diferenças entre homens e mulheres guardarem suas emoções. Já que temos debatido tanto sobre Modéstia, e como nossas roupas afetam os rapazes, seria bom se nós também pudéssemos falar sobre o que seria “imodesto” neles em relação a nós, o que nos afeta e nos exige mais energia.

Desculpem escrever tanto (isso deveria ser apenas um comentário no post Aproximações com o sexo oposto!! Hehehe)

Obrigada por lerem! ;)

Que o Senhor nos abençoe!

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Como um Homem de Deus deveria parecer... (por Kathy Gruben)


Pessoal, eu estou simplesmente amando as discussões no último post (Aproximações com o sexo oposto), e peço muito encarecidamente que os que ainda não opinaram não o deixem de fazer, esta é uma discussão importante e espero poder saber muito mais sobre o que vocês pensam.

Geralmente, quando temos um tema importante, que necessita de um debate um pouco mais aprofundado, o que torna a participação de vocês ainda mais fundamental, não gosto de postar um novo texto, prefiro deixar um tempo específico para esse fim, a fim de priorizar o tema. Era o que eu estava planejando fazer desta vez.

Porém, ainda há pouco, eu estava dando uma olhada no meu arquivo de textos do/para o blog, e revisando os textos que separei para publicar aqui e ainda não consegui fazê-lo. E encontrei este texto tão precioso.

É um texto originalmente em inglês e, à medida que eu o estava traduzindo, simplesmente me encantei e não posso deixar de publicá-lo a vocês. Interessante que já faz tanto tempo que salvei esse texto, com o objetivo de publicá-lo, mas ainda não tinha parado para traduzí-lo.

Então, vou postar a tradução pra vocês. No entanto, peço mesmo que vocês não deixem de participar do debate do post anterior, é um assunto importante.

E dedico este texto, então, para todas as Mulheres de Deus, as Princesas do Senhor, para que o Espírito Santo guarde cada um de seus sonhos e nunca deixe que seus ideais, seus sonhos e padrões sejam diminuídos, mas que vocês continuem sonhando, cada vez mais alto. Acreditem, nada do que nosso Senhor nos propõe ou promete é impossível, e é Ele quem está escrevendo nossas histórias, portanto, podemos esperar ansiosamente por elas (e pelos príncipes também!).

Também aos rapazes, todos quanto algum dia visitarem o blog. Que este texto possa inspirá-los e encorajá-los a serem verdadeiros príncipes, não simplesmente "porque existem princesas à espera de vocês", mas porque vocês foram criados e chamados para serem como o Príncipe e Cavalheiro Maior - Jesus Cristo! Porque vocês foram criados para serem os protetores de suas irmãs em Cristo e, um dia, para serem os fundadores e sacerdotes da maior e mais linda instituição planejada por Deus - a Família. Elevem seus padrões cada dia mais, cuidem de seus corações e mentes, recebam a Pureza de Deus, e tomem posse de suas identidades enquanto Cavalheiros e Poetas. O mundo tem precisado de homens assim!

Que o Senhor nos abençoe, guarde e proteja nossos sonhos e corações, e nos ajude a continuar andando na contramão e elevando nossos padrões.

Em Cristo.
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Eu usaria essas palavras para descrever este maravilhoso homem de virtude…


Nobre, cavalheiro, corajoso, divertido, verdadeiro, sábio, leal, apaixonado, protetor, gentil, humilde, forte, doador de si mesmo, aventureiro, paciente, amoroso, amável, servo, inteligente, educado, centrado na família, amante da verdade, mergulhado na Palavra de Deus, de oração e hospitaleiro.


Estes não são os tipos de rapazes que você sempre encontra à primeira vista em uma multidão. Mas estes são os tipos que você mais admira uma vez que os encontre. Eles são aqueles que vão até a pessoa sentada do lado de fora da igreja procurando ficar isolada, e lhe apertam as mãos com um sorriso. Eles são aqueles que você encontrará em casa ao invés de em um grupo de jovens. Você os verá sentados com seus pais ao invés de estar ensaiando notas no fundo da igreja com seus amigos. Você os achará ajudando na cozinha ou levando o lixo pra rua, caminhando com as senhoras até os seus carros e transportando sacos de fralda ainda que estes não os pertençam.


Você os verá com outros rapazes, em profundas discussões sobre teologia, cosmovisão, filosofia, política, e livros ao invés de simplesmente falar sobre os últimos jogos de futebol, jogos de computador ou garotas. Ainda que eles também possam conversar sobre estes assuntos quando necessário. :-) . Estes são os rapazes que andam do lado de fora da calçada para proteger a moça com quem possam estar, e estão sempre procurando por maneiras de cuidar dela como uma irmã. Quando procuram por uma companheira, eles querem aquela que está em casa (ou deseja estar) e fica com sua mãe e irmãos mais do que com seus amigos.


Eles amam um tempo bom, mas normalmente implicam em lutas de espada, último “Frisbee”, jogos de tabuleiro, caminhadas, toques de futebol, brigas com balão de água e filmes populares ao invés de times esportivos, danças no bar ou filmes com violência e sexo – quem se importa se eles já estão em seus 20 anos! Uma grande noite na cidade inclui levar seus irmãos à doceria, biblioteca ou para um mini-golfe. Eles são apaixonados pelas coisas de Deus e não abrem mão de suas convicções, não importa o que os outros possam dizer ou fazer. Eles não se importam que alguns possam vê-los como “caretas” ou estranhos por não namorarem ou passarem tanto tempo com suas famílias – eles se orgulham disso!


Você pode vê-los na rua às 6:30 da manhã se apressando para chegar à escola bíblica às 7:00h, ainda que ninguém esteja mandando-os ir. Você os encontrará no culto familiar, cantando e tocando o piano, ensinando a Palavra de Deus para sua família ou sentandos aos pés de seus pais. Eles escrevem maravilhosas cartas de encorajamento com todo o sentimento de seus corações quando é necessário e, ainda assim, podem não dizer muitas coisas a título pessoal para muitos. Eles guardam confidências. Você pode facilmente vê-los com uma multidão de crianças sobre eles enquanto ajudam a ensiná-las algo ou brincam com elas. Eles vão assistir um filme antigo e jogar cartas com seus pais e irmãos, mesmo quando prefeririam estar jogando “Stronghold Crusader” no seu laptop.


Ele abriria mão de sua própria vida por seu Salvador, seus ideais e sua família. Ele faz sorvete flutuante de todos os tipos – até mesmo estranhos “concoctions” – e leva chá pra sua mãe na cama. Ele faz bolos de aniversário para seus amigos com as receitas de sua irmã. Ele aprende a seguir uma receita e fazer coisas na panela de pressão porque quer pelo menos ser capaz de cuidar de sua esposa quando o bebê chegar. É provável que você o encontre embaixo de um carro, em cima do telhado, roçando um gramado, remendando a cerca, escrevendo um livro, trabalhando no turno da noite pra ajudar a família – em qualquer lugar que requeira trabalho árduo, iniciativa e energia – mas não para o seu próprio fim.


Eles são tão admirados e carinhosamente amados por seus familiares, pois são uma indispensável fonte de alegria e incentivo, força de caráter e servidão. Eles nunca são realmente independentes, pois têm de vir ao maravilhoso lugar da vida Cristã onde entendem que devem ser dependentes somente de Deus em Sua soberania, e as pessoas que Ele colocou em sua vida.


Portanto, ele é um verdadeiro homem. Um gigante. Um para procurar-se em altos lugares. Um herói. Um líder entre os seus iguais. Forte, estável, confiável e alguém em cujas capazes e amorosas mãos você poderia colocar a sua vida e as vidas de seus filhos – sem receios ou medos.


(Kathy Gruben 2006 - Just For Young Ladies)


domingo, 8 de novembro de 2009

Aproximações com o sexo oposto




Olá, pessoal!! Eis-me aqui para propor mais uma discussão acerca de nossas vidas enquanto jovens (e os não tão jovens também sintam-se à vontade caso estejam visitando o blog! :P) cristãos, neste mundo que tem nos ensinado tantos contra-valores.

Queria refletir um pouco com vocês e, na verdade, saber suas opiniões, já que eu mesma não sei muito bem o que pensar (com a exatidão que acho ser necessária), sobre aproximações entre moças e rapazes que não estão em um relacionamento de corte, noivado, casamento, ou que não sejam parentes próximos.

Bom, eu poderia, sem dúvida, abordar os níveis de relacionamento existentes entre pessoas de sexos opostos nas sociedades antigas, na época de Jesus ou, como todos sabem que gosto tanto, no século XIX ou passados. Acredito que todos temos um certo entendimento de que aproximações muito grandes entre moças e rapazes não eram muito prováveis nessas épocas. No geral, as moças se relacionavam com moças, e os rapazes se relacionavam com rapazes – era assim que funcionavam os círculos de amizade. Se, de forma especial, pensarmos nas moças, como já cheguei a comentar em posts anteriores, nessas sociedades antigas era nítida a barreira protetora que existia para com elas, geralmente uma proteção provinda de seus próprios pais, que zelavam e tinham cuidado bem próximo com cada relação social de suas filhas. Os pais protegiam suas filhas, evitando deixá-las sozinhas em público, bem como evitando muita aproximação com rapazes estranhos, a não ser quando o próprio jovem se mostrava interessado em um compromisso sério com a moça e o demonstrava aos pais (o que chamamos hoje de corte), pois, caso contrário, essa relação poderia “desonrar” a moça. Bem, mesmo quem não conhece muito sobre o século XIX ou anteriores, mas já assistiu algum filme ou leu algum livro, deve ter uma mínima imagem a esse respeito. As coisas funcionavam dessa forma na maioria das famílias. Principalmente com as moças, havia um cuidado muito grande, por essa questão clara de honra e pureza.

Bem, vejam só, honra e pureza têm sido dois dos principais assuntos que tanto temos abordado aqui no blog, não é mesmo? E eu realmente acredito que esses são valores que precisam ser restabelecidos em nossa sociedade “moderna”, especialmente enquanto mulher (pessoalmente posso garantir que seria excelente se houvesse mais cuidado com a honra e pureza das moças hoje em dia!). Então, eu preciso abordar esse assunto!

Pode parecer que os pontos discutidos estão se tornando “extremistas” demais, afinal, “questionar até mesmo a amizade entre uma moça e um rapaz?”. É, mas o que posso fazer se o SENHOR tem ME questionado sobre isso? Não tenho outra opção a não ser compartilhar com vocês, meus fiéis escudeiros, e tentar encontrar, junto com vocês, o caminho e as respostas do Senhor de nossas vidas para essa questão. Então, conto com vocês! :P

Trazendo o assunto um pouco mais para nossos tempos, me veio à mente uma realidade bem interessante que reflete um pouco a preocupação que, mesmo sem querer, temos (e devemos ter) quanto a esse aspecto.

A maioria das igrejas, hoje em dia, tem trabalhado na visão celular e de discipulado. Não sei por aí onde vocês moram, mas aqui pro norte do Brasil parece que o “MDA” (visão celular, visão dos 12 ou similares) virou uma febre, é muito raro ver uma igreja evangélica que não está nesta visão. E um dos focos dessa visão é o discipulado. Vocês devem saber o que é o discipulado, mas, caso haja alguma diferença entre as regiões onde moramos, tentando resumir o que entendo da realidade aqui de Macapá seria algo do tipo “uma relação ministerial, espiritual, em que uma pessoa compartilha sua vida (todos os aspectos dela) com outra pessoa que lhe é colocada como autoridade espiritual, a qual irá aconselhá-la à luz da Palavra, interceder por ela e exercer um papel de uma espécie de ‘tutor espiritual’ ou algo parecido” (bom, é mais ou menos assim que entendo! Se estiver errada, me corrijam!).

Certo, então, uma relação de discipulado é, de certa forma, uma relação intensa, já que você compartilha com uma pessoa, antes estranha, coisas de todas as áreas de sua vida, você abre seu coração para essa pessoa, e precisa confiar nela e estar aberta para seus conselhos. Geralmente, firmam-se fortes laços entre discípulo e discipulador. O discipulador tende a tornar-se uma pessoa de referência em sua vida (err.. pelo menos na teoria deveria ser assim né!).

Em função de todos esses laços emocionais que se firmam entre discípulo e discipulador, decorridos da exposição emocional de sua vida, experiências, sonhos, dificuldades, etc, é contra-indicado (quando não é proibido) o discipulado entre pessoas de sexos opostos (a menos que sejam casados e um queira discipular o outro, mas nunca vi isso acontecendo também!). Mulheres discipulam mulheres, homens discipulam homens. Esse é um cuidado exatamente para evitar que os indivíduos envolvidos “confundam as coisas” e passem a considerar a preocupação e cuidado de discipulado com uma motivação romântica.

Os líderes que trabalham com discipulado são bem enfáticos ao afirmar que discipulado não é o mesmo que amizade. Discipulado é uma relação a nível espiritual, uma relação de liderança espiritual, e isso precisa ficar bem claro. Muito bem. Se, em uma relação de nível espiritual, em que um exerce função de autoridade e líder espiritual sobre a vida do outro, o que caracterizaria esta como uma relação bem mais “técnica” (se é que podemos dizer assim) do que uma AMIZADE propriamente dita ( que caracteriza-se como um relacionamento pessoal e particular de confiança e envolvimento a nível intelectual e emocional com outra pessoa), existe a necessidade de se preocupar com este tipo de “confusão emocional”, em função do nível de compartilhamento, por que isso não se aplicaria também à amizade?

Se formos avaliar os dois tipos de relação (discipulado e amizade) de forma bem prática, bom, acaba não existindo muita diferença – no final das contas, o discipulador acaba se tornando um amigo de seu discípulo, e um amigo acaba mesmo se tornando uma espécie de discipulador (ainda que sem uma conotação de autoridade espiritual).

Então, eu pergunto: esse tipo de cuidado com a relação de discipulado (não acontecer entre pessoas de sexos opostos) faz sentido, é importante? (Pessoalmente, acho que faz todo o sentido e é bastante necessário!)

Se sim, isso não seria aplicável também à amizade entre moças e rapazes? (Bom, também acho que bastante necessário!)

Se sim, a que nível, então, isso se aplicaria? Que limites seriam esses que não deveriam ser ultrapassados na aproximação entre um rapaz e uma moça (sem intenções de corte)? O Rob (Cristão Pós-Moderno) vai falar: “Lá vem as regras!!!” hehehe... Na verdade, não estou atrás de regras, pois achar que regras possam nos justificar de nossos pecados é legalismo, mas realmente acredito que discutir esses limites possa ajudar bastante. Não no sentido de proibir ou liberar algo, afinal de contas quem nos convence de qualquer coisa não são homens mas o Espírito Santo. Mas acho que precisamos pensar sobre isso e compartilhar nossas idéias, a fim de chegarmos o mais próximo possível da Verdade que nos é proposta nas Escrituras. Se somos cristãos de verdade, “até que cheguemos à estatura do Varão Perfeito, conheçamos e prossigamos em conhecer ao Senhor”, não é mesmo? Bem, eu ainda não cheguei na estatura do Varão Perfeito (Jesus), então ainda continuo querendo “conhecer e prosseguir em conhecer...”, se vocês puderem me ajudar seria excelente! =P

A pergunta é: até onde uma amizade entre pessoas de sexo oposto seria saudável, para que não se corra o risco (tudo bem, eu sei que isso dependerá de cada pessoa e que os riscos nós corremos sempre, ainda que sigamos as “regras”, caso nosso coração não esteja firmado e comprometido com o Senhor) de confundir a amizade com um envolvimento romântico? Que tipo de aproximação deveria acontecer apenas durante um relacionamento de corte?

Novamente, repito, não quero tratar de propostas legalistas, mas de uma reflexão crítica do estilo de vida que o Senhor espera que vivamos, em oposição ao estilo de vida que o mundo está nos ensinando, a partir do pressuposto que todos estamos buscando realmente obedecer ao Senhor e honrá-Lo de todo nosso coração, forças e entendimento! Esta é a minha disposição – saber onde posso estar errando, para que possa corrigir meus caminhos e mudar de forma a verdadeiramente honrar a Deus em TODAS AS COISAS!

Gostaria de ressaltar um aspecto importante sobre firmarmos um compromisso com nossos futuros cônjuges, enquanto Cristãos: o que o Senhor espera de nós, e nos propõe, não é que guardemos apenas nosso corpo (não fazendo sexo antes do casamento) para nossos cônjuges, mas também nossos pensamentos e emoções – nossa mente e nosso coração. Este é o problema de muitas amizades entre moças e rapazes – você não entrega seu corpo a essa pessoa, mas pode estar entregando suas emoções e seus pensamentos, comprometendo-os com alguém que não é seu cônjuge, entregando algo que deveria ser guardado para esta pessoa. Bem, de certo, meu futuro cônjuge não se agradaria muito das amizades que eu tinha com rapazes há algum tempo, antes de ter me comprometido realmente a esperar por ele – ainda que não houvesse nenhum envolvimento físico, havia o emocional e intelectual, e isso também deveria ter sido guardado para ele. Mas, atualmente, também preciso continuar avaliando as amizades que tenho com rapazes, pois quero verdadeiramente honrar meu esposo hoje, antes mesmo de conhecê-lo. Quero que “o coração do meu marido confie em mim” e quero “fazer-lhe bem e não mal todos os dias da minha vida”, segundo a descrição da Mulher Virtuosa de Provérbios 31.

Portanto, gostaria muito de saber suas opiniões.

Caso as meninas que moram nos EUA (Jocelyn, Amanda, Paulina) ou a Salomé (na África do Sul) queiram comentar a respeito, isso seria excelente, pois percebo que seus estilos de vida, quanto ao que se refere a amizades, são muito diferentes do nosso aqui no Brasil. Pelo que percebo, é muito difícil ver as meninas com grandes aproximações com rapazes, suas amizades são com outras moças de Deus, e acho isso muito interessante, o que parece fazer delas bem mais protegidas.

Para concluir, não estou defendendo que moças e rapazes não devam ter nenhum tipo de aproximação a não ser que seja de corte. Não! Absolutamente. Somos irmãos em Cristo, membros do mesmo Corpo, e creio que o Senhor intencionou que nos relacionássemos dessa forma. Tenho crescido tanto com o contato de tenho tido com servos de Deus, com os rapazes que visitam aqui o blog, e creio que esse tipo de aproximação, no Senhor, é algo bom e intencionado por Deus. Minha pergunta é apenas: até onde esse tipo de aproximação deve ir?

Então, vamos lá para uma (espero) calorosa discussão!! :D

Aguardo suas opiniões. (E não se preocupem em escrever demais! Sintam-se em casa!! Hehe)

Que o Espírito Santo guie nossos pensamentos e reflexões, levando todo pensamento cativo ao nosso Salvador, Jesus.

Paz do Senhor!